quinta-feira, 26 de março de 2015

O resultado de um processo de privatização doentio e prejudical ao Brasl

Serviços essenciais – o lucro justo e necessário – o Setor Elétrico
O povo brasileiro deverá pagar uma das contas mais odiosas de sua história, algo fabuloso e ainda imprevisível pois atrasos em grandes obras (inclusive por efeito dos famosos “movimentos sociais” e sabe-se lá o que mais), inabilidades técnicas, ausência de fiscalização e acompanhamento rigoroso do cronograma de obras, corrupção(?), ingenuidade, pragmatismo político e acima de tudo a modelagem absurda imposta às empresas de energia travaram o país e o colam sob uma dívida que tende a crescer.
O Governo Dilma terá para os historiadores a imagem de um desastre anunciado e pessimamente administrado.
Juros altos? O Brasil precisa parar para esperar a conclusão de obras que deveriam atender esplendidamente nosso povo na situação atual de carga e demanda. Infelizmente por motivos que só ela, ex-ministra das Minas e Energia, deve saber, estamos raspando situações que deveriam ter sido previstas e minimizadas.
Maravilhosamente nosso povo reage, ainda sem saber exatamente onde bater. O que assusta é o maniqueísmo ideológico e moral, característica de processos revolucionários nem sempre bem sucedidos. Poderemos sair da frigideira e cair no fogo das paixões e improvisações.
Estamos sentindo os efeitos dos erros estratégicos, táticos, definições oportunistas de prioridades (FIFA é o exemplo perfeito) etc. e a compulsão eleitoreira, acreditando os políticos que os brasileiros aceitariam bovinamente os pacotes fiscais, restritivos e corretivos que desabam sobre a cabeça dos contribuintes, aposentados e até em cima da gente mais humilde, pois só falta pagarmos impostos sobre o ar que respiramos. O que dá até raiva é ver a explicação cínica de nossas autoridades, quem sabe e entende só pode se revoltar com tudo o que ouve e lê.
E o Setor Elétrico?
O modelo institucional criado em tempos de FHC transformou a energia elétrica em instrumento de especulação feroz. O teatro do absurdo, agora, é tão grande que ouvimos falar até de indústrias que pararam para vender energia, daria mais lucro. Preços? A lógica é a do curto prazo, se chegamos lá e a aplicação dessas contas se propaga até para consumidores cativos de empresas de distribuição de energia elétrica algo está errado.
Qualquer usina, tanto para uso próprio quanto para oferta de energia a terceiros, a partir de um certo e muito pequeno porte depende de concessões. Ou seja, a geração (transmissão e distribuição de energia elétrica também) é objeto de atos de governo que decide, licita, autoriza e estabelece regras, sob que condicionantes?
Podemos comparar o Setor Elétrico com o serviço de transporte coletivo urbano: quanto pagaríamos se as empresas que a ele se dedicam tivessem liberdade de estabelecer tarifas diariamente em função da lei da “oferta e procura” dentro de limites elásticos e mal definidos? Pois bem, para a eletricidade vale isso e quase tudo de perverso nesse ambiente de especulação feroz.
Naturalmente antes desmontaram as grandes estatais. Nelas os PDVs (Planos de Demissão Voluntária) viraram rotina, chegaram a oferecer ações para quem aderisse a mercado persa. O discurso de privatizar para salvar o Brasil virou um negócio fabuloso entre alguns privilegiados com regras inacreditavelmente favoráveis aos “compradores”. Empresas desmontadas tecnicamente e sem as “liberdades” das concessionárias privadas que sobraram são pasto de conveniências políticas. Chegamos ao ponto em que os quadros técnicos das estatais são definidos por companheiros de campanha eleitoral, pode? Eles são os melhores?
O cenário escandaloso no Setor Elétrico chega às raias do absurdo.
Ficamos impressionados vendo o desespero de vendedores de usinas que mais parecem cartórios alardeando para seus intermediários as facilidades de ganhar dinheiro fácil. Qualquer filete de água vale muito, o essencial e ter documentos que autorizem a construção e operação.
O Estado é sócio (o principal) faturando alto com impostos e ganha poder de império entre aqueles que aceitam suas regras. O resultado, que é o que importa, é mais do que evidente. Explicar em detalhes é tarefa para pesquisadores e, quem sabe, para o Poder Judiciário.
Só um destaque, quem viu campanhas sérias e permanentes de racionalização do uso da energia elétrica nesses últimos três anos? Não interessa ao Governo (em qualquer nível) a luta contra o desperdício, ele que recebe sem qualquer esforço especial uma fábula de dinheiro em impostos, taxas e licenças.
Foram ao pote com sede demais, agora principalmente o Governo Federal (parte desse complô antibrasileiro) é objeto de invectivas pesadas. O linchamento acontece. Cada mão segurando um cartaz, faixa e até uma pedra é governada por um cérebro singular, as razões podem ser diferentes, mas a motivação primária existe (preços crescendo e o risco de racionamento, apesar de grandes usinas, linhas de transmissão e subestações em obras, tudo isso ganhando tempo com a recessão).
É improvável que o Poder Federal (não esquecendo que muitos estados têm secretários de energia e entidades de classe que se omitiram durante todo esse tempo) a quem somos lamentavelmente subordinados mude algo substancial. Essa crise é obscurecida com as revelações estarrecedoras da Operação Lava Jato, graças a uma equipe fantástica que deve estar gerando MPs e outras coisas para que seja minimizada e obscurecida. Precisamos estar sempre alertas às “boas intenções” do Planalto e arredores.
Resumindo, podemos afirmar que o Setor Elétrico merece uma discussão e mudanças de regras radicais se não quisermos continuar pagando uma estrutura sórdida de exploração através de um serviço essencial que afeta todos nós, do mais humilde ao mais rico (esse pode pagar).
A melhor demonstração da qualidade de qualquer sistema é o que é capaz de produzir...

Cascaes
26.3.2015



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Copel tem código de conduta.


De: associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br [mailto:associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br] Em nome de Luis Eduardo Knesebeck
Enviada em: sexta-feira, 4 de outubro de 2013 17:00
Para: associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: [associadoslionsbatel] Um código de ética, por favor

 
De acordo, pode 'blogar'!!


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Luis Eduardo Knesebeck


De: João Carlos Cascaes <jccascaes@onda.com.br>
Para: associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013 15:23
Assunto: RES: [associadoslionsbatel] Um código de ética, por favor

 
Mais uma vez

Posso colocar em blog o que disse?

De: associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br [mailto:associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br] Em nome de Luis Eduardo Knesebeck
Enviada em: sexta-feira, 4 de outubro de 2013 12:03
Para: associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [associadoslionsbatel] Um código de ética, por favor

 
Cascaes, muito bom o seu artigo! Nunca é demais relembrar da necessidade da ética e do bom portar-se, ainda mais na prestação de serviços. Eu inclusive tenho percebido nas várias manifestações do Lions que essa - a ética - é uma prática constante, até pela natureza do nosso clube.

Ainda quanto ao seu texto, eu tenho também a certeza que só os que não são brasileiros ... não conseguem sentir esse "orgulho de ser brasileiro".

Já quanto a Copel, temos sim o nosso código de conduta. O código, que serve de orientador dos atos de todas as pessoas que exercem atividades em nome da Copel (empregados, administradores e contratados) está arquivado no site da companhia. O link é http://www.copel.com/hpcopel/acopel/sitearquivos.nsf/arquivos/conduta_port/$FILE/codigo_conduta.pdf

Abraço e parabéns.
 
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Luis Eduardo Knesebeck


De: João Carlos Cascaes <jccascaes@onda.com.br>
Para: o-copeliano@googlegroups.com; quixotando@googlegroups.com; Associados Clube Lions Batel <associadoslionsbatel@yahoogrupos.com.br>; Loja Maçonica Sol da Liberdade 131 <soldaliberdade131@terra.com.br>; educacao-e-integracao@googlegroups.com
Enviadas: Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013 10:42
Assunto: [associadoslionsbatel] Um código de ética, por favor

 



sábado, 28 de setembro de 2013

TROFEU APC

Momentos de homenagens

Lembrando razões para a criação da APC

Um ex-presidente homenageado - Dr. Gomide homenageado

O IEP

Vice-Presidente Técnico Adjunto Eng. Civil Nelson do Canto Oliveira Saks

Com a palavra

Encerramento da solenidade - com a palavra o Presidente da COPEL

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Setor Elétrico - um exemplo escabroso de alienação e entreguismo




De: RCM [mailto:araujorcm@globo.com]
Enviada em: terça-feira, 17 de setembro de 2013 21:44
Para: RCM
Assunto: Black Hole



Roberto Pereira d´Araujo

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  • Desmonte das estatais estratégicas (ELETROBRAS, PETROBRAS, CEMIG, COPEL etc.)
  • Separação entre unidades de negócio (no caso da eletricidade a separação entre geração, transmissão e distribuição)
  • Concentração de decisões em repartições públicas distantes e isoladas (na Ilha da Fantasia, para não dizer pior: Brasília)
  • Planos de Aposentadoria precoces (PDV)
  • Engessamento das estatais (leis, decretos, regulamentos)
  • Reducionismo tarifário
  • Desprezo pela qualidade e confiabilidade etc.
  • Desvio de atenção popular (Pão, circo, mídia cooptada)
  • Submissão a federações de indústrias e comerciais de grande porte (o grande capital não tem pátria)
  • Protelamento de custos criados por efeito de decisões operacionais absurdas
  • Submissão do Brasil a riscos enormes
  • etc.


Cascaes
198.9.2013




terça-feira, 10 de setembro de 2013

Engenharia financeira

Engenharia financeira: Deu entrada ontem na Assembleia Legislativa o anteprojeto de lei pelo qual o governo estadual pede autorização para vender as ações preferenciais (sem direito a voto) que detém na formação do capital social da Sanepar. Por trás deste procedimento parece e...

terça-feira, 16 de abril de 2013

Um alerta antigo e reportagem superada


Desculpe-me a falha. Quando me enviaram , não tive a preocupação de verificar a data. O Ulisses alertou-me de que é de 2 001.
Já não vale mais
Desculpo-me novamente , com um
forte abraço
Armando



On Ter 16/04/13 14:36 , João Carlos Cascaes jccascaes@onda.com.br sent:
Armando

Qual é a data desta reportagem?
Estão querendo saber.
Abraços

Cascaes